Colégio Dante Alighieri moderniza sua infraestrutura de comunicação

Colégio Dante Alighieri moderniza sua infraestrutura de comunicação

Com mais de quatro mil alunos, o Colégio Dante Alighieri é uma das mais tradicionais escolas de São Paulo. Fundada há 100 anos por um grupo de imigrantes italianos, esta instituição de ensino particular segue uma filosofia educacional de incentivo às crianças e jovens, utilizando-se de técnicas e metodologias modernas para que se tornem indivíduos participativos na sociedade, com visão critica da realidade atual. Com cinco prédios, que vão de dois a oito andares reunidos em um único quarteirão próximo ao parque Trianon, na capital paulista, os gestores do Dante Alighieri não medem esforços para dinamizar o processo de formação educacional e a sua administração, buscando promover uma real integração entre a escola, seus alunos, pais e colaboradores e, desses, com as diversas fontes do conhecimento. Para acompanhar o ritmo acelerado do desenvolvimento tecnológico atual, particularmente o avanço da internet e as suas evoluções – a web 2.0 e o desenvolvimento das redes sociais, hoje parte inerente da cultura das crianças e adolescentes no mundo todo -, a diretoria de Tecnologia da Informação do Dante precisou modernizar a sua infraestrutura de comunicação. “A infraestrutura que tínhamos era inconstante e o acesso aos conteúdos nem sempre estava disponível dentro das salas de aula. Construímos então uma nova rede de comunicações, dando um salto significativo na dinâmica de acesso à informação que servirá, no mínimo, para os próximos dez anos”, diz Eduardo Lucas, gerente de TI do Colégio Dante Alighieri. No ano passado, o executivo coordenou o projeto de modernização tecnológica do Dante, optando pela tecnologia do fabricante Lightera para garantir a disponibilidade e a segurança ao intenso tráfego de informações gerado por mais de seis mil pessoas diariamente. A instalação da infraestrutura foi executada pela Interface Soluções Tecnológica, integrador credenciado pela marca, e envolveu 1.093 pontos de acesso por meio de cabeamento estruturado Lightera CAT.6. “Esses pontos servem à comunicação dos diversos computadores das salas de aula com lousas digitais, dos laboratórios de informática e de robótica e dos equipamentos das áreas administrativas, como compras, contabilidade, financeiro, marketing, diretorias e secretaria, além da rede wireless paralela para acesso à internet pelos pais e visitantes”, conta Eduardo. Segundo o executivo, duas centrais de processamento de dados (CPDs), cada uma em um prédio diferente, reúnem 23 racks fechados de diferentes dimensões utilizando os Distribuidores Internos Ópticos (DIOs) A230 da Lightera, que facilitam a operação e o gerenciamento da rede convergente, que integra voz, dados e imagens. “Estas salas se comunicam com o Backbone óptico instalado, onde foram usados aproximadamente 3.200 metros de fibra óptica especial suportando uma velocidade de 10 Gbps. Isso tudo em hot backup, ou seja, se um dos servidores cair, o outro entra em ação mantendo a rede 100% disponível”, explica Eduardo Lucas. Pela complexidade do projeto, com desmontagem da antiga rede, cujo material foi entregue ao projeto IT Green da Lightera para reaproveitamento de matéria prima por outras indústrias, e a construção da nova via de acesso do Dante Alighieri, tudo aconteceu em apenas seis meses. Segundo o gerente de TI da instituição, o relacionamento com a equipe de integração foi excelente, dispensando qualquer intervenção ou auxílio da Lightera. “O pessoal da Interface é fantástico, admito que a empresa é o melhor parceiro de tecnologia que tivemos nos últimos anos, representando fielmente os critérios de qualidade de atendimento requeridos pela Lightera”, observa Eduardo. Resultados imediatos – Além de dinamizar o acesso à informação, permitindo que o uso da tecnologia seja constante pela rede de alta disponibilidade para toda a população do Colégio Dante Alighieri, a escola pode, logo na entrega da nova infraestrutura, em agosto de 2009, se beneficiar da tecnologia adotada anteriormente para o Ensino à Distância (EAD). “Concluímos o projeto justamente na época de ameaça de pandemia da Gripe H1N1”, conta Eduardo Lucas. “Foi então que, pelo alto desempenho da rede tivemos a aprovação do MEC para uso da metodologia para manter as aulas usando a internet como ferramenta. Dos 13 dias em que os nossos alunos ficaram afastados pelo risco de contração da gripe, apenas três tiveram que ser repostos. Os outros 10 dias, quando as aulas foram ministradas pela web valeram como presenciais. A nova rede também proporcionou isso”, finaliza o gerente de TI da escola particular.

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